Dilma quer a vaga de Aécio no Senado

     - Presidente deposta vem a Minas Geraes na caravana de Lula e pode preparar sua volta pelo Senado -

     Líder nas intenções de voto ao Senado em Minas Gerais, Dilma Rousseff deve acompanhar Lula em parte dos compromissos da caravana que o petista fará no Estado. Movimentação de Dilma pode significar que ela pretende voltar à política como senadora.

     - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará na próxima semana de uma série de atos em Minas Gerais como parte de sua pré-campanha para as eleições presidenciais de 2018.

    Líder nas intenções de voto ao Senado no Estado, a presidente deposta Dilma Rousseff deve acompanhá-lo em ao menos um compromisso, um evento na Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte.

    Participação pode sinalizar intenção de Dilma em voltar à política, através de eleição ao Senado.

    Lula lidera todas as pesquisas de intenção de voto à Presidência.

    Em Minas Gerais, Estado governado pelo PT desde 2015, Lula tem programado visitar 12 cidades. A primeira, na noite de 23, será Ipatinga, no Vale do Aço, região da siderurgia e da indústria metal mecânica, com um histórico de votações no PT. De acordo com a presidente estadual do PT, Cida de Jesus, Lula terá compromissos em Governador Valadares, Teófilo Otoni, Itaobim, Itinga, Araçuaí, Salinas, Montes Claros, Bocaiúva, Diamantina, Cordisburgo e, encerrando o giro, em Belo Horizonte no dia 30.

    Ontem, Lula afirmou que a Justiça terá de arcar com as consequências por uma eventual decisão que o impeça de se candidatar. O petista concedeu uma entrevista de mais 40 minutos à Rádio Super Notícia, de Belo Horizonte.

    O ex-presidente disse que a Polícia Federal e o Ministério Público levantaram mentiras contra ele e que o juiz Sérgio Moro já o condenou por crimes que ele afirma não ter cometido.

    "Eles invadiram minha casa, invadiram a casa dos meus filhos. Procurando o quê? Deviam estar procurando ouro, deviam estar procurando joias, deviam estar procurando dólar. Eles encontraram isso na casa do Serra, na casa do Aécio, na casa do Temer, na casa do Cunha, na casa do Cabral, na casa de não sei de quem, no banco da Suíça, na casa no Nuzman e não encontraram na minha casa", disse.

    As informações são de reportagem de Marcos de Moura e Souza no Valor.

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